...obrigada a quem me ensinou!...
Quem somos, donde vimos, para onde vamos?
Há muito já que moro no porquê.
Nada sabemos senão que passamos.
E há sempre um homem que já foi
E há sempre um homem que ainda não é.
É esse que me dói.
Agora sei que nada é fixo: há sempre um por fazer
Há sempre outro partir depois de cada chegar
Agora sei que para saber
É preciso rasgar as mãos... e procurar.
Manuel Alegre
10.6.09
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